O número que muda a decisão do dia é o outro: quanto ainda dá para gastar em cada categoria até o mês virar. É esse que quase nenhuma planilha mostra.

A tela que você abre antes de decidir. É a planilha de verdade, sem montagem.
Todo mês tem um dia em que você abre o aplicativo do banco e o número está menor do que devia. Você rola o extrato para cima e para baixo procurando o gasto grande que explicaria aquilo. Ele não está lá. O que está lá são quarenta gastos pequenos, e nenhum deles parece culpado.
É por isso que a conta não fecha na sua cabeça. O gasto variável não acontece de uma vez, ele acontece em pedaços, espalhados por trinta dias, em cinco categorias diferentes. Ninguém soma isso de memória. A gente decide na sensação: acho que dá, acho que esse mês foi tranquilo, acho que ainda tem.
E aí vem o cartão. A fatura chega com as compras deste mês misturadas com as parcelas de três compras que você já tinha esquecido. Você paga, e no mês seguinte a mesma coisa, porque a parcela que venceu foi substituída por outra que você aceitou no meio do caminho.
Você já tentou resolver isso. Provavelmente mais de uma vez. Baixou uma planilha, preencheu com capricho na primeira semana, foi ficando para depois na segunda, e na terceira já não fazia mais sentido continuar, porque faltava tanta coisa que o número não era mais verdade.
Dessas tentativas fica a desorganização, e fica também a impressão de que o problema é você, que falta disciplina, que outras pessoas conseguem e você não.
Categoriza sozinho, o que parece ótimo até você ver que a farmácia entrou como lazer e o mercado como "outros". E ele mostra quanto você gastou. Ele não sabe quanto você tinha planejado gastar, porque isso você nunca contou para ele.
Tem doze abas, todas bonitas, e ninguém te explica o que fazer em nenhuma. Você preenche as duas primeiras, esbarra numa fórmula quebrada e nunca mais abre.
Registram, e param aí. Não somam, não comparam com nada, não avisam quando você está perto do limite. Vira uma lista de compras do passado.
O saldo mente. Dentro dele ainda tem a fatura que não fechou, a conta que vence dia 28 e o dinheiro que era para ficar guardado.
Todas essas soluções fazem a mesma coisa: contam o que já aconteceu. São diários de gastos. Diário é ótimo para entender o passado e péssimo para decidir o presente, porque a decisão acontece antes do gasto, não depois.
O que muda o comportamento é saber, na quinta-feira à tarde, que ainda tem R$ 90 de restaurante até domingo. Saber que já foram R$ 480 no mês passado não segura ninguém na porta do restaurante.
Por que a maioria das planilhas de organização financeira não funciona


Se você já entendeu que o problema não é falta de disciplina, e sim falta de um número na hora certa, o resto desta página é sobre como conseguir esse número.
Quero começar a usar hojearrow_forwardA Planilha da Mulher Planejada não é um arquivo para você preencher e guardar. Ela roda num ciclo de três momentos, e cada momento tem uma pergunta própria.
Você escreve o seu orçamento com as suas categorias e os seus valores, cadastra os cartões e as contas que usa, e decide o que faz sentido acompanhar por semana e o que faz sentido acompanhar por mês. Restaurante costuma ser por semana, porque você sai por semana. Farmácia costuma ser por mês. Essa escolha é sua, e é ela que define como a planilha vai te avisar depois.
Você lança os gastos conforme eles acontecem, uma vez por semana ou no dia, como preferir. A cada lançamento a planilha desconta da categoria e mostra o que ainda resta, na semana e no mês. É esse número que você olha antes de decidir, e ele responde quanto ainda cabe, e não quanto já foi embora.
Você responde uma avaliação curta, lê as análises, atualiza o patrimônio e duplica a aba para o mês seguinte. Leva alguns minutos e é o que impede que o mês novo comece do zero, sem memória do anterior.
Fora do ciclo, três abas resolvem o que normalmente fica solto.

Acompanha o que fica, e não o que passa.

O que você quer comprar, com preço e prioridade, para o impulso encontrar uma lista pronta.

Tudo que já está comprometido nos próximos meses, e quanto isso ocupa da sua renda.
Nada aqui exige que você vire uma pessoa disciplinada da noite para o dia. Exige quinze minutos por semana, no mesmo horário, do jeito que a gente escova os dentes: ninguém ama, todo mundo faz, e a diferença aparece com o tempo.
A aba de Controle de Orçamento em seis seções (orçamento mensal, meios de pagamento, status dos gastos variáveis, roteiros e avaliação do mês, registro de gastos e análises), mais as abas de evolução do patrimônio, lista de desejos e organização das parcelas. Fórmulas prontas, cores prontas, nada para configurar.
Uma para cada aba e cada seção, de um a cinco minutos, com a tela da planilha na frente e o que fazer em cada campo. Trinta e seis minutos no total, para assistir de uma vez ou consultar quando a dúvida aparecer.
Você entra com e-mail e senha, salva ali o endereço da sua cópia da planilha e ela fica a um clique de distância enquanto você assiste.
Ela vem sendo ajustada desde 2019 com o retorno de alunas, e o que mudar você recebe.
Se em até um ano você decidir entrar no Planejando seus dinheiros, os R$ 119 que você pagou aqui são descontados da entrada. Quem experimenta a ferramenta e depois quer o método inteiro não paga duas vezes pela mesma coisa.
à vista no PIX, ou 3x de R$ 39,67 no cartão
Acesso liberado na hora, por e-mail.




Quem responde sou eu, a mesma pessoa que gravou as aulas. As onze aulas cobrem cada aba e cada seção, então a maior parte das dúvidas se resolve assistindo o trecho de um minuto sobre aquele campo específico. O que sobrar disso, me pergunte.
Comecei a preencher a aba de patrimônio em 2017, que foi quando eu consegui juntar algum dinheiro pela primeira vez. Hoje eu tenho o histórico desses anos todos, mês a mês, e é dele que eu tiro a paciência de continuar em mês ruim.
A planilha que você vai receber não nasceu pronta. Ela vem sendo ajustada desde 2019 com o retorno de alunas e clientes, aula após aula, até chegar num formato que funciona para quem mora sozinha, para quem divide as contas e para quem cuida da casa inteira. Cada seção que existe aí dentro existe porque alguém travou naquele ponto e me contou.
No Planejando seus dinheiros eu acompanho mulheres pelas cinco etapas do método, do primeiro orçamento realista até o plano de longo prazo. Esta planilha é uma das ferramentas de lá, e é a que mais gente pede para usar sozinha antes de entrar no programa.
Com as suas categorias e os seus valores. Lança os gastos conforme eles acontecem. E passa a olhar, antes de decidir, quanto ainda cabe em cada categoria. No fim do mês você duplica a aba, responde a avaliação e começa o mês seguinte sabendo o que quer mudar.
à vista no PIX, ou 3x de R$ 39,67 no cartão
Acesso liberado na hora, por e-mail. A planilha é sua para usar todo mês.